O rádio surgiu como forma de transmistir informações que antes eram apenas escritas. Com a evolução desse meio, descobriu-se que ele permitia um novo tipo de linguagem. Não bastava usar as notícias dos jornais e apenas narrá-las, era preciso adaptação. Houveram (e ainda continuam havendo) mudanças no formato de transmissão e na forma como o conteúdo era produzido. A permanência do rádio até os dias de hoje só foi possível pelas constantes transformações que ele sofreu.
Apesar do rádio ter obtido bastante repercussão na época que foi lançado, sua importância sempre foi subestimada. Os jornais sempre levaram o maior crédito pelo jornalismo, mas essa história estava mudando...
Orson Welles -que também já foi roteirista, produtor e ator- tinha um programa de rádio e inventou um engenhoso plano para mostrar a influência do rádio nas pessoas.
Welles fez uma leitura adaptada da obra "Guerra do Mundo", sem dizer que se tratava de ficção. Fez pior, declarou que o clima apocalíptico esta acontecendo naquele instante, em alguns locais de New York. O trabalho foi tão convicente que pessoas ficaram histéricas, algumas abandonaram a própra casa, outras a própria vida. Apenas no final da narração foi revelado que tudo não passou de uma leitura.
É claro que atitudes como a citada acima não são éticas, no entanto, foram necessárias para mostar a credibilidade que o rádio tinha. No final, a exposição da confiança das pessoas com esse meio de informação possibilitou o seu crescimento.
Apesar do rádio ter obtido bastante repercussão na época que foi lançado, sua importância sempre foi subestimada. Os jornais sempre levaram o maior crédito pelo jornalismo, mas essa história estava mudando...
Orson Welles -que também já foi roteirista, produtor e ator- tinha um programa de rádio e inventou um engenhoso plano para mostrar a influência do rádio nas pessoas.
Welles fez uma leitura adaptada da obra "Guerra do Mundo", sem dizer que se tratava de ficção. Fez pior, declarou que o clima apocalíptico esta acontecendo naquele instante, em alguns locais de New York. O trabalho foi tão convicente que pessoas ficaram histéricas, algumas abandonaram a própra casa, outras a própria vida. Apenas no final da narração foi revelado que tudo não passou de uma leitura.
É claro que atitudes como a citada acima não são éticas, no entanto, foram necessárias para mostar a credibilidade que o rádio tinha. No final, a exposição da confiança das pessoas com esse meio de informação possibilitou o seu crescimento.
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