quinta-feira, 30 de junho de 2011
TV - Apresentação e Impressões Finais
Por volta das 10 horas começou o nosso maior desafio até agora: fazer um programa de tv com entrevista e debate. Fomos até o estúdio e rebemos algumas orientações sobre como operar a câmera, como se portar na tela, como controlar o tempo, etc. Após esses minutos o programa entrou no ar, ao vivo para o site da Famecos.
Como eu só fazia parte do segundo bloco, fiquei um pouco nervosa em relação ao tempo, mas o grupo não teve problemas. Quando comecei a participar fiquei mais tranqüila, na verdade até esqueci que haviam câmeras em volta. Tudo correu bem.
Ao término, tivemos uma pequena conversa, apenas para comentarmos sobre o andamento da ativadade. Concordamos que foi mais fácil do que pensávamos, pois fizemos uma boa preparação. O prof. Fabian comentou que consideramos esse trabalho mais simples do que o de rádio porque dessa vez eramos nós quem produziamos o contéudo, que no caso foi sobre Projetos para Proteção Animal. Não foi difícil conseguir transcorrer por diversos assuntos durante o programa, pois todos tinham embasamento para desenvolver o tema e cada um estava disposto a ouvir a opinião do outro.
O programa completo poder ser conferido no: http://cyberfam.pucrs.br:16080/LabJormanha_2011_1/TV_Grupo_4.html
Como eu só fazia parte do segundo bloco, fiquei um pouco nervosa em relação ao tempo, mas o grupo não teve problemas. Quando comecei a participar fiquei mais tranqüila, na verdade até esqueci que haviam câmeras em volta. Tudo correu bem.
Ao término, tivemos uma pequena conversa, apenas para comentarmos sobre o andamento da ativadade. Concordamos que foi mais fácil do que pensávamos, pois fizemos uma boa preparação. O prof. Fabian comentou que consideramos esse trabalho mais simples do que o de rádio porque dessa vez eramos nós quem produziamos o contéudo, que no caso foi sobre Projetos para Proteção Animal. Não foi difícil conseguir transcorrer por diversos assuntos durante o programa, pois todos tinham embasamento para desenvolver o tema e cada um estava disposto a ouvir a opinião do outro.
O programa completo poder ser conferido no: http://cyberfam.pucrs.br:16080/LabJormanha_2011_1/TV_Grupo_4.html
TV - Preparação
Falta pouco tempo pra que nós sejamos chamados pra ir ao estúdio fazer o programa ao vivo. Acredito que tudo vai correr bem, apesar de todos os problemas internos que o grupo teve. As meninas estão fazendo algumas últimas revistas, enquanto o resto faz sua preparação individual. Estamos vendo os outros grupos no telão do laboratório. Eles parecem estar se saindo bem. Os grupos que ainda não foram, por incrível que pareça, estão calmos. Tods que eu vejo parecem mais experientes do que realmente são. Me lembro das palavras de Valessa Viega, jornalista em formação pela Famecos e coordenadora do 447 CLJ 1 de Porto Alegre: "Ninguém aqui é profissional". Mas, aparentemente, isso não é problema.
Antes do programa de rádio, nós pensamos que ia ser algo tenso. Realmente foi, mas conseguimos tirar de letra. TV nos está dando o dobro de tensão. Será que vamos conseguir?
Antes do programa de rádio, nós pensamos que ia ser algo tenso. Realmente foi, mas conseguimos tirar de letra. TV nos está dando o dobro de tensão. Será que vamos conseguir?
terça-feira, 14 de junho de 2011
Bee Gees e a Pirâmide Digital (Rádio, TV e Internet)
Em 2001, os irmãos britânicos Barry, Robin e Maurice Gibb realizaram um show na cidade de New York para promoção do seu último álbum de estúdio, "This Is Where I Came In". Para tal, o show intitulado Live By Request contou com um recurso até então não explorado por eles: o show seria transmitido ao vivo por TV e Rádio para todo o território dos EUA, e na Internet para toda a América Latina. E mais: a qualquer momento um fã poderia telefonar ao vivo e solicitar uma música ou pedí-la por e-mail. Um webchat também foi utilizado para que eles ouvissem uma mensagem do grupo Destiny`s Child. O show, seu último gravado em DVD oficialmente, foi um grande marco da carreira dos Bee Gees, que se tornaram adeptos mais frequentes das novas tecnologias que surgiram. Infelizmente, não puderam aproveitá-las muito enquanto grupo devido a repentina e trágica morte de Maurice Gibb em 2003.
Abaixo, um exemplo do que foi o show. A música tocada é Wedding Day, e no fim o trio recebe a ligação de uma fã que conversa ao vivo com eles e pede a música Lonely Days.
domingo, 12 de junho de 2011
Módulo TV
A televisão foi um grande atrativo ao incluir rádio e jornal em um único meio. A comodidade de áudio e imagem conseguiu conquistar de imediato milhares de fãs, o que causou um certo receio em relação ao cinema, que oferecia os mesmos recursos mas apenas para divulgação de histórias gravadas (filmes). O jornalismo das rádios ganharia um novo grau de credibilidade com o auxílio da TV, com imagens ilustrativas de suas matérias. Tudo isso, porém, ainda teria que ser muito trabalhado para chegar ao que temos hoje.
O formato dos programas de rádio passados para a TV revelou-se não ser muito eficiente nos primeiros momentos, visto que a composição dos dois tipos de programa era idêntica. Começou-se a buscar mais interatividade, o que foi rapidamente alcançado nos programas de auditório e na transmissão dos festivais de música. Com o tempo, foi-se perdendo a formalidade característica da rádio e assumiu uma personalidade própria, mais próxima do gosto popular. Alguns dos maiores exemplos dessa tática são os programas de auto-ajuda como o Oprah Winfrey Show, programas de entretenimento dominical como o Programa Sílvio Santos e os jornalísticos de voz social, como o argentino Caiga Quien Caiga. Cada vez mais os quadros de conteúdo livre se fazem presentes na vida televisiva. Novelas, seriados, esquetes e outras formas de levar diversão e informação continuam surgindo, com mais novidades e mais possibilidades de interação.
O formato dos programas de rádio passados para a TV revelou-se não ser muito eficiente nos primeiros momentos, visto que a composição dos dois tipos de programa era idêntica. Começou-se a buscar mais interatividade, o que foi rapidamente alcançado nos programas de auditório e na transmissão dos festivais de música. Com o tempo, foi-se perdendo a formalidade característica da rádio e assumiu uma personalidade própria, mais próxima do gosto popular. Alguns dos maiores exemplos dessa tática são os programas de auto-ajuda como o Oprah Winfrey Show, programas de entretenimento dominical como o Programa Sílvio Santos e os jornalísticos de voz social, como o argentino Caiga Quien Caiga. Cada vez mais os quadros de conteúdo livre se fazem presentes na vida televisiva. Novelas, seriados, esquetes e outras formas de levar diversão e informação continuam surgindo, com mais novidades e mais possibilidades de interação.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
JORNAL - Conhecendo na Prática
Já tinhamos um breve conhecimento sobre o funcionamento de uma redação, através de vídeos mostrados em aula e informações básicas que já trouxemos conosco. No entanto, isso não era suficiente, precisávamos realmente compreender o processo de criação de matérias, e só foi possível com a prática. Sem aviso prévio, tivemos que dividir a turma em diversos grupos, cada um responsável por uma editoria. Achei que a divisão ia ser difícil, já que haviam assuntos que são de interesse da maioria, e outros nem tanto. Fui surpreendida positivamente. Assim como foi orientado, todos entenderam que o importante não era o assunto, mas sim o contéudo que iríamos produzir através dele.
Fiquei responsável, assim como outras cinco pessoas, pela editoria de polícia. Ainda no mesmo dia já tínhamos que apresentar o assunto das matérias. Co-escrevi sobre a violência nas escolas, um assunto que estava sendo bastante comentado. Já de cara tive que lidar com alguns problemas da profissão, como não conseguir entrevistar alguém esperado, mas não podia deixar isso interferir no resultado final. A questão que mais dificultou foi a limitação de caracteres. É ruim a sensação de ter que excluir informações porque não há mais espaço, porém, é necessário.
As etapas produzidas certamente irão facilitar quando tivermos que escrever outra matéria.
Fiquei responsável, assim como outras cinco pessoas, pela editoria de polícia. Ainda no mesmo dia já tínhamos que apresentar o assunto das matérias. Co-escrevi sobre a violência nas escolas, um assunto que estava sendo bastante comentado. Já de cara tive que lidar com alguns problemas da profissão, como não conseguir entrevistar alguém esperado, mas não podia deixar isso interferir no resultado final. A questão que mais dificultou foi a limitação de caracteres. É ruim a sensação de ter que excluir informações porque não há mais espaço, porém, é necessário.
As etapas produzidas certamente irão facilitar quando tivermos que escrever outra matéria.
Módulo Rádio
O rádio surgiu como forma de transmistir informações que antes eram apenas escritas. Com a evolução desse meio, descobriu-se que ele permitia um novo tipo de linguagem. Não bastava usar as notícias dos jornais e apenas narrá-las, era preciso adaptação. Houveram (e ainda continuam havendo) mudanças no formato de transmissão e na forma como o conteúdo era produzido. A permanência do rádio até os dias de hoje só foi possível pelas constantes transformações que ele sofreu.
Apesar do rádio ter obtido bastante repercussão na época que foi lançado, sua importância sempre foi subestimada. Os jornais sempre levaram o maior crédito pelo jornalismo, mas essa história estava mudando...
Orson Welles -que também já foi roteirista, produtor e ator- tinha um programa de rádio e inventou um engenhoso plano para mostrar a influência do rádio nas pessoas.
Welles fez uma leitura adaptada da obra "Guerra do Mundo", sem dizer que se tratava de ficção. Fez pior, declarou que o clima apocalíptico esta acontecendo naquele instante, em alguns locais de New York. O trabalho foi tão convicente que pessoas ficaram histéricas, algumas abandonaram a própra casa, outras a própria vida. Apenas no final da narração foi revelado que tudo não passou de uma leitura.
É claro que atitudes como a citada acima não são éticas, no entanto, foram necessárias para mostar a credibilidade que o rádio tinha. No final, a exposição da confiança das pessoas com esse meio de informação possibilitou o seu crescimento.
Apesar do rádio ter obtido bastante repercussão na época que foi lançado, sua importância sempre foi subestimada. Os jornais sempre levaram o maior crédito pelo jornalismo, mas essa história estava mudando...
Orson Welles -que também já foi roteirista, produtor e ator- tinha um programa de rádio e inventou um engenhoso plano para mostrar a influência do rádio nas pessoas.
Welles fez uma leitura adaptada da obra "Guerra do Mundo", sem dizer que se tratava de ficção. Fez pior, declarou que o clima apocalíptico esta acontecendo naquele instante, em alguns locais de New York. O trabalho foi tão convicente que pessoas ficaram histéricas, algumas abandonaram a própra casa, outras a própria vida. Apenas no final da narração foi revelado que tudo não passou de uma leitura.
É claro que atitudes como a citada acima não são éticas, no entanto, foram necessárias para mostar a credibilidade que o rádio tinha. No final, a exposição da confiança das pessoas com esse meio de informação possibilitou o seu crescimento.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
RÁDIO - Impressões Finais
NICOLE: Eu estava bastante nervosa com a apresentação, mas quando entrei no estudio fiquei mais calma. Nao nos foram dadas muitas informações sobre o trabalho, e era essa a intenção. O objetivo era fazer com que conseguíssemos lidar com a inexperiencia e com a pressão. Precisamos utilizar nossa capacidade de improvisação durante a gravação, visto que muitas informações tiveram que ser retiradas para que todos conseguissem falar. No final, o grupo gostou do que apresentou. Na sala, o professor Fabian fez alguns comentarios, o que irá ser vir para os próximos trabalhos.
MATHEUS: Foi bastante prazeroso fazer este trabalho, pelo desafio e pela novidade. Já tinha participado de programas de rádio antes, mas sempre aparece alguma coisa nova. Dessa vez, por exemplo: nunca tinha operado uma mesa de som na vida. Continuo achando difícil, mas agora já tenho alguma noção da coisa. O fato de termos no lançado, digamos, "no escuro" também acabou nos ajudando, embora não acreditássemos nisso na hora. Foi muito bom. Se tivéssemos mais tempo e mais experiência, seguramente faríamos algo muito melhor.
MATHEUS: Foi bastante prazeroso fazer este trabalho, pelo desafio e pela novidade. Já tinha participado de programas de rádio antes, mas sempre aparece alguma coisa nova. Dessa vez, por exemplo: nunca tinha operado uma mesa de som na vida. Continuo achando difícil, mas agora já tenho alguma noção da coisa. O fato de termos no lançado, digamos, "no escuro" também acabou nos ajudando, embora não acreditássemos nisso na hora. Foi muito bom. Se tivéssemos mais tempo e mais experiência, seguramente faríamos algo muito melhor.
RÁDIO - A Apresentação
Às nove em ponto, depois das últimas instruções do prof. Pellanda, o grupo 2 abria o segundo programa da manhã. Eu, além de estar encarregado da previsão do tempo e das notícias da EPTC, fiquei responsável pela mesa de som. No geral foi tranquilo, embora eu tenha começado a me apavorar em certos momentos por não estar acostumado. Talvez o que tenha evitado um surto meu foi o Pellanda me apoiando.
A Janaína e o Jean foram os ancoras. A responsabilidade deles era maior, pois teriam que contornar qualquer erro que pudéssemos cometer lá dentro. Devo dizer que desempenharam muito bem sua função, do início ao fim, conciliando também cada editoria dentro do todo. A primeira matéria, sobre onibus comemorativos pra Copa, foi passada por Marjorie, seguida por mim. Ela também comentou sobre a nova reforma do Código Florestal Brasileiro. Depois de mim, Laura e Bruna falaram sobre Cultura, focando em eventos e apresentações na capital Porto Alegre. No início do segundo bloco, Jean leu as principais manchetes do dia e Evelyn leu as notícias internacionais. Nicole apresentou a parte de polícia e Patricky encerrou com os esportes. Faltando um minuto para acabar, soltamos a respiração, aliviados. Tudo correra bem. O tempo passou rápido, estávamos começando a gostar daquilo.
A Janaína e o Jean foram os ancoras. A responsabilidade deles era maior, pois teriam que contornar qualquer erro que pudéssemos cometer lá dentro. Devo dizer que desempenharam muito bem sua função, do início ao fim, conciliando também cada editoria dentro do todo. A primeira matéria, sobre onibus comemorativos pra Copa, foi passada por Marjorie, seguida por mim. Ela também comentou sobre a nova reforma do Código Florestal Brasileiro. Depois de mim, Laura e Bruna falaram sobre Cultura, focando em eventos e apresentações na capital Porto Alegre. No início do segundo bloco, Jean leu as principais manchetes do dia e Evelyn leu as notícias internacionais. Nicole apresentou a parte de polícia e Patricky encerrou com os esportes. Faltando um minuto para acabar, soltamos a respiração, aliviados. Tudo correra bem. O tempo passou rápido, estávamos começando a gostar daquilo.
RÁDIO - A Preparação
No dia 19/05 foi-nos dado um desafio: matar a presidenta arrumar e apresentar um programa de rádio, sem nenhum preparo prévio. Boletins, música, noticias e notas em nada além de 20 minutos.
A turma de Laboratório de Jornalismo foi dividida em grupos de nove pessoas. Eu e o Matheus ficamos no grupo 2, com o programa previsto para as nove horas da manhã. Passamos a semana, principalmente, tentando descobrir como conciliar as várias editorias às quais nos dividimos. Rascunhamos um roteiro, capitaneado pela Bruna Machado, com algumas noções do tempo que levaríamos. Na tarde de ontem, 25/05, nos reunimos no oitavo andar da Biblioteca Central da PUCRS. Nossa maior preocupação era se as informações que levaríamos ao ar seriam suficientes para a duração do programa, mas já sabíamos que deveríamos fazer certos cortes. Depois de duas horas de reunião, nos sentíamos mais seguros para começar a finalizar a parte preparatória.
Fomos o segundo grupo a nos apresentar, o que possibilitou alguns ajustes de última hora. No momento em que chegamos no estúdio, por alguma razão, o nervosismo diminuiu. Sabíamos que nos daríamos bem. E a trilha anunciou a nossa entrada...
O grupo 2:
-Nicole Amaral
-Matheus de Jesus
-Bruna Machado
-Jean François
-Janaína Marques
-Evelyn H.
-Marjorie Schmidt
-Patricky Barbosa
-Laura Graña
(Postado por Nicole Amaral)
A turma de Laboratório de Jornalismo foi dividida em grupos de nove pessoas. Eu e o Matheus ficamos no grupo 2, com o programa previsto para as nove horas da manhã. Passamos a semana, principalmente, tentando descobrir como conciliar as várias editorias às quais nos dividimos. Rascunhamos um roteiro, capitaneado pela Bruna Machado, com algumas noções do tempo que levaríamos. Na tarde de ontem, 25/05, nos reunimos no oitavo andar da Biblioteca Central da PUCRS. Nossa maior preocupação era se as informações que levaríamos ao ar seriam suficientes para a duração do programa, mas já sabíamos que deveríamos fazer certos cortes. Depois de duas horas de reunião, nos sentíamos mais seguros para começar a finalizar a parte preparatória.
Fomos o segundo grupo a nos apresentar, o que possibilitou alguns ajustes de última hora. No momento em que chegamos no estúdio, por alguma razão, o nervosismo diminuiu. Sabíamos que nos daríamos bem. E a trilha anunciou a nossa entrada...
O grupo 2:
-Nicole Amaral
-Matheus de Jesus
-Bruna Machado
-Jean François
-Janaína Marques
-Evelyn H.
-Marjorie Schmidt
-Patricky Barbosa
-Laura Graña
(Postado por Nicole Amaral)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Módulo Jornal
Um jornal impresso funciona 24 horas por dia. É um trabalho ininterrupto por um motivo muito simples: não existe hora para uma notícia acontecer. A qualquer momento uma nova manchete pode surgir, e todos devem estar atentos para não perder nenhum detalhe. Um jornal que tem a primeira edição fechada às dez da noite deve falar na segunda edição de qualquer coisa importante que tenha acontecido às dez e um. E justamente por causa dessa precisão de horários o jornal tem se mantido vivo até hoje. Porém, o mundo está muito mais acelerado do que era. Notícias que aconteciam de hora em hora passaram a acontecer de minuto a minuto, e logicamente um jornal impresso não tem toda essa agilidade na hora de informar - o que os coloca em sério risco de vida. A internet tem sido a opção mais utilizada, causando uma preocupante queda nas vendas de jornais impressos. A estratégia utilizada é fazer um jornalismo mais interpretativo, com um aprofundamento maior nas matérias em busca de mais detalhes. Resultado: o que parecia o fim do trabalho de um repórter se tornou o ponto de partida de um trabalho redobrado. A apuração aumentou muito, a cobertura passou a ter muito mais dinâmica do profissional, um ampliamento muito maior de suas habilidades pessoais... Ou seja, tão cedo o jornal impresso não acha motivos pra morrer.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Módulo Internet
Em nossas primeiras aulas foram vistos conhecimentos básicos sobre o surgimento da Internet e seus avanços ao longo dos anos. Aprendemos que a revolução virtual ainda é muito recente, e por isso não nos damos conta de seus reais efeitos. A Internet se renova a cada dia, e é difícil criar algo duradouro nesse meio. No entanto, tornou-se muito fácil se auto-promover no mundo virtual. Não raro encontramos exemplos de anônimos que se tornaram famosos da noite pro dia graças a expansão visual da Internet, que pode ser vista por qualquer um a qualquer hora. Como consequência da facilidade de comunicação online, há uma crescente propagação de informações errôneas e/ou duvidosas disponíveis em diversos sites. Casos como esses mostram que a função do jornalista é essencial, principalmente no ponto de vista ético, visto que o profissional é conscientemente responsável por aquilo que publica, e sofrerá as consequências que suas publicações podem gerar.
Post 1
Este blog será destruido em cinco minutos foi criado por estudantes de jornalismo da Famecos, PUCRS. Seus autores, Nicole L. Amaral e Matheus de Jesus, farão posts relativos a cadeira de Laboratório de Jornalismo, que incluirá os módulos de Blog, Jornal, TV e Radio, lecionados pelos professores Fabian Chelkanoff e Eduardo Pe Lanza Pellanda.
SOBRE OS AUTORES:
Nicole Amaral - Gaúcha de Porto Alegre, apreciadora de música e cinema, ingressou na Famecos sem motivo definido, se encontrando aos poucos dentro de sua escolha. E, a partir desta data, blogueira.
Matheus de Jesus - Gaúcho de Porto Alegre, Cristão Católico Apostólico Romano, influenciado a entrar na Famecos pelo gosto por leitura, apreciador e defensor do Jornalismo Humorístico, escritor amador sem textos registrados, músico e, a partir desta data, blogueiro.
SOBRE OS AUTORES:
Nicole Amaral - Gaúcha de Porto Alegre, apreciadora de música e cinema, ingressou na Famecos sem motivo definido, se encontrando aos poucos dentro de sua escolha. E, a partir desta data, blogueira.
Matheus de Jesus - Gaúcho de Porto Alegre, Cristão Católico Apostólico Romano, influenciado a entrar na Famecos pelo gosto por leitura, apreciador e defensor do Jornalismo Humorístico, escritor amador sem textos registrados, músico e, a partir desta data, blogueiro.
Assinar:
Comentários (Atom)
